Outro aspecto base do desenvolvimento teórico deste trabalho são as questões de género e a forma como reflectem no mundo das crianças e o condicionam. Para desenvolver este ponto, teremos como referência os seguintes títulos:
- Anderson, David A. & Mykol Hamilton. 2005. “Gender role stereotyping in children’s picture books: the invisible father”. (link disponível na lista de sites deste blog)
- Cassell, Justine & Henry Jenkins (eds.) 2000. From Barbie to Mortal Kombat: Gender and Computer Games. MIT.
- Diekman, Amanda B. & Sarah K. Murnen. 2004. “Learning to be little women and little men: the inequitable gender equality and nonsexist children’s literature”. (link disponível na lista de sites deste blog)
- Provenzo, Jr., Eugene F. 1991. Video kids: Making Sense of Nintendo. Camb., Massach., Lon.: Harvard University Press.
- Trend, David (ed.). 2001. Reading Digital Culture. Oxford: Blackwell Publishers. – Em especial os artigos de Margaret Morse (“Virtually Female: Body and Code”), Laura Miller (“Women and Children First: Gender and the Settling of the Electronic Frontier”)
- e... os que forem considerados oportunos.
Por último, uma vez que se serão contos infantis a base da criação das personagens e dos cenários do brinquedo que irão permitir às crianças construir as suas próprias histórias, é essencial ter-se em conta a morfologia do conto.
(Em breve serão publicadas algumas considerações com base na leitura dos títulos apontados.)
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